Guia de leitura
Do Prefácio ao Documento 196, na ordem do livro. Cada item traz as primeiras linhas do documento para ajudar você a seguir o caminho.
Parte 1 – O Universo Central e os Superuniversos
- Prefácio
Nas mentes dos mortais de Urântia – sendo esse o nome do seu mundo – existe grande confusão a respeito do significado de termos como Deus, divindade e deidade.
- Documento 1 — O Pai Universal
O Pai Universal é o Deus de toda a criação, a Primeira Fonte e Centro de todas as coisas e seres. Primeiro, pensem em Deus como criador, depois, como controlador, e finalmente como um sustentador infinito.
- Documento 2 — A Natureza de Deus
Visto que o conceito mais elevado possível de Deus para o homem está englobado na ideia e no ideal humanos de uma personalidade primordial e infinita, é permitido, e pode ser útil, estudar certas…
- Documento 3 — Os Atributos de Deus
Deus está presente em toda parte; o Pai Universal governa o círculo da eternidade. Mas Ele governa nos universos locais nas pessoas de seus Filhos Criadores do Paraíso, da mesma forma que concede vida por…
- Documento 4 — Relação de Deus com o Universo
O Pai Universal tem um propósito eterno com relação aos fenômenos materiais, intelectuais e espirituais do universo de universos, que Ele está executando o tempo todo.
- Documento 5 — Relação de Deus com o Indivíduo
Se a mente finita do homem é incapaz de compreender como um Deus tão grande e majestoso quanto o Pai Universal pode descer de Sua morada eterna em perfeição infinita para confraternizar com a criatura…
- Documento 6 — O Filho Eterno
O Filho Eterno é a expressão perfeita e final do “primeiro” conceito pessoal e absoluto do Pai Universal.
- Documento 7 — Relação do Filho Eterno com o Universo
O Filho Original está sempre interessado na execução dos aspectos espirituais do propósito eterno do Pai à medida que ela se desdobra progressivamente nos fenômenos dos universos em evolução com seus…
- Documento 8 — O Espírito Infinito
Retrocedendo na eternidade, quando o “primeiro” pensamento infinito e absoluto do Pai Universal encontra no Filho Eterno uma palavra tão perfeita e adequada para a sua expressão divina, segue-se o desejo…
- Documento 9 — Relação do Espírito Infinito com o Universo
Uma coisa estranha aconteceu quando, na presença do Paraíso, o Pai Universal e o Filho Eterno Se unem para Se personalizarem.
- Documento 10 — A Trindade do Paraíso
A Trindade do Paraíso de Deidades eternas facilita ao Pai escapar do absolutismo da personalidade.
- Documento 11 — A Eterna Ilha do Paraíso
O Paraíso é o centro eterno do universo de universos e o lugar de morada do Pai Universal, do Filho Eterno, do Espírito Infinito e dos divinos coordenados e associados Deles.
- Documento 12 — O Universo de Universos
A imensidão da vastíssima criação do Pai Universal está totalmente além do alcance da imaginação finita; a enormidade do universo-mestre assombra até mesmo a percepção da minha ordem de ser.
- Documento 13 — As Esferas Sagradas do Paraíso
Entre a Ilha central do Paraíso e o mais interno dos circuitos planetários de Havona estão situados no espaço três circuitos menores de esferas especiais.
- Documento 14 — O Universo Central e Divino
O universo perfeito e divino ocupa o centro de toda a criação; é o núcleo eterno em torno do qual giram as vastas criações do tempo e espaço.
- Documento 15 — Os Sete Superuniversos
No que diz respeito ao Pai Universal – como um Pai – os universos são virtualmente inexistentes; Ele lida com personalidades; Ele é o Pai das personalidades.
- Documento 16 — Os Sete Espíritos Mestres
Os Sete Espíritos Mestres do Paraíso são as personalidades primárias do Espírito Infinito.
- Documento 17 — Os Sete Grupos de Espíritos Supremos
Os sete grupos de Espíritos Supremos são os diretores coordenadores universais da administração dos sete segmentos do grande universo.
- Documento 18 — As Personalidades Supremas da Trindade
As Personalidades Supremas da Trindade são todas criadas para serviço específico. Elas são concebidas pela Trindade divina para o cumprimento de certos deveres específicos, e estão qualificadas para…
- Documento 19 — Os Seres Coordenados Originários da Trindade
Este grupo do Paraíso, designado os Seres Coordenados Originários da Trindade, abrange os Filhos Instrutores da Trindade, também classificados entre os Filhos de Deus do Paraíso, três grupos de altos…
- Documento 20 — Os Filhos de Deus do Paraíso
Do modo como funcionam no superuniverso de Orvônton, os Filhos de Deus são classificados sob três títulos gerais:
- Documento 21 — Os Filhos Criadores do Paraíso
Os Filhos Criadores são os construtores e governantes dos universos locais do tempo e espaço.
- Documento 22 — Os Filhos de Deus Trinitarizados
Há três grupos de seres que são chamados Filhos de Deus. Além das ordens de filiação descendentes e ascendentes há um terceiro grupo conhecido como os Filhos Trinitarizados de Deus.
- Documento 23 — Os Mensageiros Solitários
Os Mensageiros Solitários são o corpo pessoal e universal do Criador Conjunto; eles são a primeira ordem e de maior patente das Personalidades Mais Elevadas do Espírito Infinito.
- Documento 24 — Personalidades Mais Elevadas do Espírito Infinito
Em Uversa, dividimos todas as personalidades e entidades do Criador Conjunto em três grandes divisões: as Personalidades Mais Elevadas do Espírito Infinito, as Hostes de Mensageiros do Espaço e os…
- Documento 25 — As Hostes de Mensageiros do Espaço
Classificadas intermediariamente na família do Espírito Infinito estão as Hostes de Mensageiros do Espaço.
- Documento 26 — Espíritos Ministradores do Universo Central
As Supernafins são os espíritos ministradores do Paraíso e do universo central; elas são a ordem mais elevada do grupo mais baixo da prole do Espírito Infinito – as hostes angélicas.
- Documento 27 — Ministração dos Supernafins Primários
As supernafins primárias são as servidoras supernas das Deidades na eterna Ilha do Paraíso. Nunca foram conhecidos por se afastarem dos caminhos da luz e retidão. As listas de chamada estão completas;
- Documento 28 — Espíritos Ministradores dos Superuniversos
Assim como as supernafins são as hostes angélicas do universo central e as serafins as dos universos locais, as seconafins são os espíritos ministradores dos superuniversos.
- Documento 29 — Os Diretores de Potência do Superuniverso
De todas as personalidades do universo envolvidas na regulação dos assuntos interplanetários e interuniversos, os diretores de potência e seus associados foram os menos compreendidos em Urântia.
- Documento 30 — Personalidades do Grande Universo
As personalidades e outras entidades que não pessoais funcionando agora no Paraíso e no grande universo constituem um número quase ilimitado de seres vivos.
- Documento 31 — O Corpo da Finalidade
O Corpo dos Finalitores Mortais representa o presente destino conhecido dos mortais ascendentes do tempo fusionados ao Ajustador. Mas há outros grupos que também são designados para este corpo.
Parte 2 – O Universo Local
- Documento 32 — A Evolução dos Universos Locais
Um universo local é obra de um Filho Criador da ordem de Micael do Paraíso. Compreende cem constelações, cada uma abrangendo cem sistemas de mundos habitados.
- Documento 33 — Administração do Universo Local
Conquanto o Pai Universal certamente governe sobre a Sua vasta criação, Ele funciona numa administração do universo local por intermédio da pessoa do Filho Criador.
- Documento 34 — O Espírito Mãe do Universo Local
Quando um Filho Criador é personalizado pelo Pai Universal e o Filho Eterno, então o Espírito Infinito individualiza uma representação nova e única de Si Mesmo para acompanhar este Filho Criador aos…
- Documento 35 — Os Filhos de Deus do Universo Local
Os Filhos de Deus anteriormente apresentados tiveram origem no Paraíso. Eles são a prole dos Governantes divinos dos domínios universais.
- Documento 36 — Os Portadores da Vida
A vida não se origina espontaneamente. A vida é construída de acordo com planos formulados pelos (não revelados) Arquitetos do Ser e aparece nos planetas habitados seja por importação direta ou como…
- Documento 37 — Personalidades do Universo Local
À cabeça de toda personalidade em Nébadon está o Filho Criador e Mestre, Micael, o pai e soberano do universo.
- Documento 38 — Espíritos Ministradores do Universo Local
Há três ordens distintas de personalidades do Espírito Infinito. O impetuoso apóstolo entendeu isto quando escreveu a respeito de Jesus: “aquele que subiu ao céu e está à direita de Deus, a ele estão…
- Documento 39 — As Hostes Seráficas
Até onde sabemos, o Espírito Infinito, conforme personalizado na sede-central do universo local, pretende produzir serafins uniformemente perfeitas, mas, por alguma razão desconhecida, essa prole seráfica…
- Documento 40 — Os Filhos de Deus Ascendentes
Como em muitos dos principais grupos de seres do universo, foram reveladas sete classes gerais dos Filhos de Deus Ascendentes:
- Documento 41 — Aspectos Físicos do Universo Local
O fenômeno do espaço característico que separa cada criação local de todas as outras é a presença do Espírito Criativo.
- Documento 42 — Energia – Mente e Matéria
A fundação do universo é material no sentido de que a energia é a base de toda a existência, e a energia pura é controlada pelo Pai Universal.
- Documento 43 — As Constelações
Urântia é comumente referida como o 606 de Satânia em Norlatiadeque de Nébadon, significando o seiscentésimo sexto mundo habitado no sistema local de Satânia, situado na constelação de Norlatiadeque, uma…
- Documento 44 — Os Artesãos Celestiais
Entre as colônias de cortesia dos vários mundos-sede divisionais e do universo pode ser encontrada a ordem única de personalidades compostas denominada os artesãos celestiais.
- Documento 45 — A Administração do Sistema Local
O centro administrativo de Satânia consiste em um aglomerado de esferas arquitetônicas, em número de cinquenta e sete – a própria Jerusém, os sete satélites principais e os quarenta e nove subsatélites.
- Documento 46 — A Sede-Central do Sistema Local
Jerusém, a sede-central de Satânia, é uma capital mediana de um sistema local e, à parte as inúmeras irregularidades ocasionadas pela rebelião de Lúcifer e a consagração de Micael em Urântia, ela é típica…
- Documento 47 — Os Sete Mundos das Mansões
O Filho Criador, quando em Urântia, falou das “muitas mansões no universo do Pai”. Em certo sentido, todos os cinquenta e seis mundos que rodeiam Jerusém são dedicados à cultura de transição dos mortais…
- Documento 48 — A Vida na Morôncia
Os Deuses não podem – pelo menos não o fazem – transformar uma criatura de natureza animal grosseira num espírito perfeccionado por algum ato misterioso de magia criativa.
- Documento 49 — Os Mundos Habitados
Todos os mundos habitados por mortais são de origem e natureza evolucionárias. Estas esferas são o terreno procriador, o berço evolutivo das raças mortais do tempo e espaço.
- Documento 50 — Os Príncipes Planetários
Embora pertencentes à ordem dos Filhos Lanonandeque, os Príncipes Planetários são tão especializados no serviço que são comumente considerados como um grupo distinto.
- Documento 51 — Os Adãos Planetários
Durante a dispensação de um Príncipe Planetário, o homem primitivo atinge o limite do desenvolvimento evolutivo natural, e esta conquista biológica sinaliza ao Soberano do Sistema que despache para tal…
- Documento 52 — Épocas Planetárias dos Mortais
Desde o início da vida num planeta evolucionário até o momento do seu florescimento final na era da luz e da vida, aparecem no palco da ação mundial pelo menos sete épocas da vida humana.
- Documento 53 — A Rebelião de Lúcifer
Lúcifer era um brilhante Filho Lanonandeque primário de Nébadon. Ele havia vivenciado o serviço em muitos sistemas, tinha sido um alto conselheiro do seu grupo e se distinguira pela sabedoria, sagacidade…
- Documento 54 — Problemas da Rebelião de Lúcifer
O homem evolucionário acha difícil compreender plenamente a significância e captar os significados do mal, erro, pecado e iniquidade.
- Documento 55 — As Esferas de Luz e Vida
A era de luz e vida é a realização evolutiva final de um mundo do tempo e espaço. Desde os primórdios do homem primitivo, tal mundo habitado passou pelas sucessivas eras planetárias – as eras pré e…
- Documento 56 — Unidade Universal
Deus é unidade. A Deidade é universalmente coordenada. O universo de universos é um vasto mecanismo integrado que é absolutamente controlado por uma mente infinita.
Parte 3 – A História de Urântia
- Documento 57 — A Origem de Urântia
Ao apresentar excertos dos arquivos de Jerusém para os registros de Urântia com respeito aos seus antecedentes e história primitiva, somos orientados a calcular o tempo em termos do uso corrente – o atual…
- Documento 58 — Estabelecimento da Vida em Urântia
Em todo o Satânia há apenas sessenta e um mundos semelhantes a Urântia, planetas de modificação da vida. A maioria dos mundos habitados é povoada de acordo com técnicas estabelecidas;
- Documento 59 — A Era da Vida Marinha em Urântia
Consideramos a história de Urântia como tendo começado há cerca de um bilhão de anos e se estendendo por cinco eras principais:
- Documento 60 — Urântia Durante a Era da Vida Terrestre Inicial
A era da vida marinha exclusiva terminou. A elevação da terra, o resfriamento da crosta e o resfriamento dos oceanos, o recuo do mar e consequente aprofundamento, juntamente com um grande aumento de terra…
- Documento 61 — A Era dos Mamíferos em Urântia
A era dos mamíferos estende-se desde os tempos da origem dos mamíferos placentários até o fim da era do gelo, cobrindo pouco menos de 50 milhões de anos.
- Documento 62 — As Raças do Alvorecer do Homem Primitivo
Há cerca de um milhão de anos os ancestrais imediatos da humanidade surgiram por meio de três mutações sucessivas e _súbitas_ decorrentes da cepa inicial do tipo lêmure de mamífero placentário.
- Documento 63 — A Primeira Família Humana
Urântia foi registrada como um mundo habitado quando os dois primeiros seres humanos – os gêmeos – tinham 11 anos e antes de se tornarem os pais do primogênito da segunda geração de seres humanos…
- Documento 64 — As Raças Evolucionárias de Cor
Esta é a história das raças evolucionárias de Urântia desde os dias de Andon e Fonta, há quase um milhão de anos, passando pelos tempos do Príncipe Planetário até o fim da era do gelo.
- Documento 65 — O Supercontrole da Evolução
A vida material evolutiva básica – a vida pré-mente – é a formulação dos Controladores Físicos Mestres e a ministração da transmissão de vida dos Sete Espíritos Mestres em conjunção com a ministração…
- Documento 66 — O Príncipe Planetário de Urântia
O advento de um Filho Lanonandeque num mundo mediano significa que a vontade, a capacidade de escolher o caminho da sobrevivência eterna, se desenvolveu na mente do homem primitivo.
- Documento 67 — A Rebelião Planetária
Os problemas associados à existência humana em Urântia são impossíveis de serem compreendidos sem um conhecimento de certas grandes épocas do passado, notadamente a ocorrência e consequências da rebelião…
- Documento 68 — O Alvorecer da Civilização
Este é o início da narrativa da longuíssima luta da espécie humana em avanço desde um status que era pouco melhor do que uma existência animal, através das eras intermédias, e até os tempos posteriores,…
- Documento 69 — Instituições Humanas Primitivas
Emocionalmente, o homem transcende seus ancestrais animais em sua capacidade de apreciar o humor, a arte e a religião.
- Documento 70 — A Evolução do Governo Humano
Ainda o homem mal havia resolvido parcialmente o problema de ganhar a vida quando foi confrontado com a tarefa de regulamentar os contatos humanos.
- Documento 71 — Desenvolvimento do Estado
O estado é uma evolução útil da civilização; representa o ganho líquido da sociedade com as devastações e sofrimentos da guerra.
- Documento 72 — Governo num Planeta Vizinho
Com a permissão de Lanaforge e a aprovação dos Altíssimos de Edêntia, estou autorizado a narrar algo da vida social, moral e política da raça humana mais avançada que vive num planeta não muito distante…
- Documento 73 — O Jardim do Éden
A decadência cultural e a pobreza espiritual resultantes da queda de Caligástia e a consequente confusão social tiveram pouco efeito sobre o status físico ou biológico dos povos de Urântia.
- Documento 74 — Adão e Eva
Adão e Eva chegaram a Urântia, contando desde o ano de 1934 d.C., 37.848 anos atrás. Foi no meio da estação, quando o Jardim estava no auge da floração, que eles chegaram.
- Documento 75 — A Falta de Adão e Eva
Depois de mais de cem anos de esforço em Urântia, Adão conseguia ver pouquíssimo progresso fora do Jardim; o mundo em geral não parecia estar melhorando muito.
- Documento 76 — O Segundo Jardim
Quando Adão escolheu deixar o primeiro jardim para os noditas sem oposição, ele e seus seguidores não podiam ir para o oeste, pois os edenitas não tinham barcos adequados para tal aventura marinha.
- Documento 77 — As Criaturas Interplanárias
A maioria dos mundos habitados de Nébadon abriga um ou mais grupos de seres únicos que existem num nível de funcionamento da vida mais ou menos a meio caminho entre aqueles dos mortais dos reinos e os das…
- Documento 78 — A Raça Violeta Depois dos Dias de Adão
O segundo Éden foi o berço da civilização por quase 30 mil anos. Aqui na Mesopotâmia os povos adâmicos se mantiveram, enviando sua progênie até os confins da Terra e, posteriormente, como miscigenados com…
- Documento 79 — Expansão Andita no Oriente
A Ásia é a pátria da raça humana. Foi numa península meridional deste continente que Andon e Fonta nasceram;
- Documento 80 — Expansão Andita no Ocidente
Embora o homem azul europeu não tenha alcançado por si mesmo uma grande civilização cultural, ele de fato forneceu a base biológica que, quando suas linhagens adamizadas foram misturadas com os invasores…
- Documento 81 — Desenvolvimento da Civilização Moderna
A despeito dos altos e baixos do abortamento dos planos de aprimoramento do mundo projetados nas missões de Caligástia e Adão, a evolução orgânica básica da espécie humana continuou a levar as raças…
- Documento 82 — A Evolução do Matrimônio
O matrimônio – o acasalamento – advém da sexualidade dual. O matrimônio é o ajuste reacional do homem a tal sexualidade dual, enquanto a vida familiar é a soma total resultante de todos esses ajustes…
- Documento 83 — A Instituição do Matrimônio
Este é o relato dos primórdios da instituição do matrimônio. Ele progrediu de forma constante desde os acasalamentos desvinculados e promíscuos da horda por muitas variações e adaptações, até o…
- Documento 84 — Matrimônio e Vida Familiar
A necessidade material fundou o matrimônio, o apetite pelo sexo o embelezou, a religião o sancionou e exaltou, o estado o exigiu e regulamentou, enquanto nos últimos tempos o amor em evolução está…
- Documento 85 — As Origens da Adoração
A religião primitiva teve uma origem biológica, um desenvolvimento evolutivo natural, além das associações morais e à parte de todas as influências espirituais.
- Documento 86 — Evolução Primitiva da Religião
A evolução da religião a partir da pulsão de adoração precedente e primitiva não depende da revelação.
- Documento 87 — Os Cultos dos Fantasmas
O culto dos fantasmas evoluiu como uma compensação para os perigos do azar; suas primitivas observâncias religiosas eram o resultado da ansiedade pelo azar e do medo desmedido dos mortos.
- Documento 88 — Fetiches, Amuletos e Magias
O conceito de um espírito entrando em um objeto inanimado, um animal ou um ser humano, é uma crença muito antiga que foi honrosa, tendo prevalecido desde o início da evolução da religião.
- Documento 89 — Pecado, Sacrifício e Expiação
O homem primitivo considerava-se em débito com os espíritos, como necessitado de redenção.
- Documento 90 — Xamanismo, Curandeiros e Sacerdotes
A evolução das observâncias religiosas evoluiu desde apaziguamento, evitação, exorcismo, coerção, conciliação e propiciação até o sacrifício, expiação e redenção.
- Documento 91 — A Evolução da Prece
A prece, como uma agência da religião, evoluiu a partir de expressões não-religiosas anteriores do monólogo e do diálogo.
- Documento 92 — A Evolução Posterior da Religião
O homem possuía uma religião de origem natural como parte de sua experiência evolutiva muito antes de quaisquer revelações sistemáticas serem feitas em Urântia.
- Documento 93 — Maquiventa Melquisedeque
Os Melquisedeques são amplamente conhecidos como Filhos de emergência, pois se engajam numa gama incrível de atividades nos mundos de um universo local.
- Documento 94 — Os Ensinamentos de Melquisedeque no Oriente
Os primeiros instrutores da religião de Salém penetraram até as tribos mais remotas da África e da Eurásia, sempre pregando o evangelho de Maquiventa sobre a fé e a confiança do homem no Deus universal…
- Documento 95 — Os Ensinamentos de Melquisedeque no Levante
Assim como a Índia deu origem a muitas das religiões e filosofias da Ásia oriental, também o Levante foi a pátria das fés do mundo ocidental.
- Documento 96 — Javé – Deus dos Hebreus
Ao conceber a Deidade, o homem primeiro inclui todos os deuses, depois subordina todos os deuses estrangeiros à sua deidade tribal e, finalmente, exclui todos exceto o Deus único de valor final e…
- Documento 97 — Evolução do Conceito de Deus Entre os Hebreus
Os líderes espirituais dos hebreus fizeram o que nenhum outro antes deles conseguiu fazer – eles desantropomorfizaram seu conceito de Deus sem convertê-lo em uma abstração da Deidade compreensível apenas…
- Documento 98 — Os Ensinamentos de Melquisedeque no Ocidente
Os ensinamentos de Melquisedeque entraram na Europa por muitos caminhos, mas principalmente via Egito e foram incorporados à filosofia ocidental depois de serem completamente helenizados e posteriormente…
- Documento 99 — Os Problemas Sociais da Religião
A religião alcança sua mais alta ministração social quando tem menos ligação com as instituições seculares da sociedade.
- Documento 100 — Religião na Experiência Humana
A experiência da vivência religiosa dinâmica transforma o indivíduo medíocre numa personalidade de poder idealista.
- Documento 101 — A Natureza Real da Religião
A religião, como uma experiência humana, abrange desde a primitiva escravidão do medo do selvagem em evolução até a sublime e magnífica liberdade de fé daqueles mortais civilizados que são…
- Documento 102 — Os Fundamentos da Fé Religiosa
Para o materialista incrédulo, o homem é simplesmente um acidente evolutivo. Suas esperanças de sobrevivência estão ligadas a uma invenção da imaginação mortal;
- Documento 103 — A Realidade da Experiência Religiosa
Todas as reações verdadeiramente religiosas do homem são patrocinadas pela ministração inicial do ajudante da adoração e são censuradas pelo ajudante da sabedoria.
- Documento 104 — Crescimento do Conceito da Trindade
O conceito da Trindade da religião revelada não pode ser confundido com a tríade das crenças das religiões evolutivas.
- Documento 105 — Deidade e Realidade
Mesmo para as ordens superiores das inteligências do universo a infinitude é apenas parcialmente compreensível, e a finalidade da realidade é apenas relativamente entendível.
- Documento 106 — Níveis de Realidade no Universo
Não é suficiente que o mortal ascendente saiba algo sobre as relações da Deidade com a gênese e as manifestações da realidade cósmica;
- Documento 107 — Origem e Natureza dos Ajustadores do Pensamento
Embora o Pai Universal resida pessoalmente no Paraíso, no próprio centro dos universos, Ele também está de fato presente nos mundos do espaço nas mentes de Seus incontáveis filhos do tempo, pois Ele…
- Documento 108 — Missão e Ministração dos Ajustadores do Pensamento
A missão dos Ajustadores do Pensamento junto às raças humanas é representar, ser, o Pai Universal para as criaturas mortais do tempo e espaço; essa é a obra fundamental das dádivas divinas.
- Documento 109 — Relação dos Ajustadores com as Criaturas do Universo
Os Ajustadores do Pensamento são as crianças da carreira do universo e, de fato, os Ajustadores virgens têm que ganhar experiência enquanto as criaturas mortais crescem e se desenvolvem.
- Documento 110 — Relação dos Ajustadores com os Indivíduos Mortais
A dotação de liberdade aos seres imperfeitos acarreta uma tragédia inevitável, e é da natureza da Deidade ancestral perfeita compartilhar universal e afetuosamente estes sofrimentos em camaradagem…
- Documento 111 — O Ajustador e a Alma
A presença do Ajustador divino na mente humana torna para sempre impossível tanto para a ciência como para a filosofia alcançar uma compreensão satisfatória da alma em evolução da personalidade humana.
- Documento 112 — Sobrevivência da Personalidade
Os planetas evolutivos são as esferas da origem humana, os mundos iniciais da carreira mortal ascendente. Urântia é seu ponto de partida;
- Documento 113 — Guardiãs Seráficas do Destino
Tendo apresentado as narrativas dos Espíritos Ministradores do Tempo e das Hostes Mensageiras do Espaço, chegamos à consideração dos anjos da guarda, serafins dedicadas à ministração aos mortais…
- Documento 114 — Governo Seráfico Planetário
Os Altíssimos governam nos reinos dos homens por meio de muitas forças e agências celestiais, mas principalmente por meio da ministração das serafins.
- Documento 115 — O Ser Supremo
Com Deus o Pai, a filiação é o grande relacionamento. Com Deus o Supremo, a realização é o pré-requisito para o status – é preciso fazer algo, assim como ser algo.
- Documento 116 — O Supremo Todo-Poderoso
Se o homem reconhecesse que seus Criadores – seus supervisores imediatos – embora divinos também fossem finitos, e que o Deus do tempo e espaço fosse uma Deidade em evolução e não absoluta, então as…
- Documento 117 — Deus o Supremo
À medida que fazemos a vontade de Deus em qualquer localização do universo em que possamos ter a nossa existência, nessa medida o potencial onipotente do Supremo torna-se um passo mais atual.
- Documento 118 — O Supremo e o Último – O Tempo e o Espaço
A respeito das diversas naturezas da Deidade, pode ser dito que:
- Documento 119 — As Consagrações de Cristo Micael
Chefe dos Estrelas do Entardecer de Nébadon, fui designado para Urântia por Gabriel na missão de revelar a história das sete consagrações do Soberano do Universo, Micael de Nébadon, e meu nome é…
Parte 4 – A Vida e os Ensinamentos de Jesus
- Documento 120 — A Consagração de Micael em Urântia
Designado por Gabriel para supervisionar a reconstituição da vida de Micael quando em Urântia e na semelhança da carne mortal, eu, o diretor Melquisedeque da comissão reveladora incumbida desta tarefa,…
- Documento 121 — A Época da Consagração de Micael
Atuando sob a supervisão de uma comissão de doze membros da Irmandade Unida dos Interplanários de Urântia, patrocinados conjuntamente pelo chefe presidente de nossa ordem e pelo mandatário…
- Documento 122 — Nascimento e Infância de Jesus
Dificilmente será possível explicar plenamente as muitas razões que levaram à escolha da Palestina como a região para a consagração de Micael e, especialmente, a razão específica pela qual a família de…
- Documento 123 — A Primeira Infância de Jesus
Devido às incertezas e ansiedades de sua estada em Belém, Maria não desmamou o bebê até que chegassem em segurança a Alexandria, onde a família pôde estabelecer-se numa vida normal.
- Documento 124 — A Segunda Infância de Jesus
Embora Jesus pudesse ter desfrutado de uma oportunidade melhor para estudar em Alexandria do que na Galileia, ele não poderia ter tido um ambiente tão esplêndido para resolver os problemas de sua…
- Documento 125 — Jesus em Jerusalém
Nenhum incidente em toda a memorável carreira terrena de Jesus foi mais envolvente, mais humanamente emocionante do que este, sua primeira visita lembrada a Jerusalém.
- Documento 126 — Os Dois Anos Cruciais
De todas as experiências da vida terrena de Jesus, o décimo quarto e o décimo quinto anos foram os mais cruciais.
- Documento 127 — Os Anos da Adolescência
Quando Jesus entrou na adolescência, viu-se como o chefe e único sustento de uma grande família. Poucos anos após a morte de seu pai todas as propriedades deles haviam desaparecido.
- Documento 128 — O Início da Vida Adulta de Jesus
Quando Jesus de Nazaré entrou nos primeiros anos de sua vida adulta, ele tinha vivido e continuou a viver uma vida humana normal e mediana na Terra.
- Documento 129 — A Vida Adulta de Jesus
Jesus tinha se separado plena e finalmente da gestão dos assuntos domésticos da família de Nazaré e da orientação imediata de seus indivíduos.
- Documento 130 — A Caminho de Roma
A viagem pelo mundo romano consumiu a maior parte do vigésimo oitavo e todo o vigésimo nono ano da vida de Jesus na Terra.
- Documento 131 — As Religiões do Mundo
Durante a estada alexandrina de Jesus, Gonod e Ganid, o jovem gastou muito do seu tempo e uma grande soma do dinheiro de seu pai fazendo uma coleção dos ensinamentos das religiões do mundo sobre Deus e…
- Documento 132 — A Estadia em Roma
Dado que Gonod era portador de saudações dos príncipes da Índia para Tibério, o governante romano, no terceiro dia após a sua chegada a Roma os dois indianos e Jesus compareceram diante dele.
- Documento 133 — O Retorno de Roma
Quando se preparou para deixar Roma, Jesus não se despediu de nenhum de seus amigos. O escriba de Damasco apareceu em Roma sem anúncio e desapareceu da mesma maneira.
- Documento 134 — Os Anos de Transição
Durante a viagem pelo Mediterrâneo Jesus tinha estudado cuidadosamente as pessoas que conheceu e os países pelos quais passou, e por volta desta época chegou à sua decisão final quanto ao restante de…
- Documento 135 — João Batista
João Batista nasceu em 25 de março do ano 7 a.C., de acordo com a promessa que Gabriel fez a Isabel em junho do ano anterior. Por cinco meses Isabel manteve em segredo a visitação de Gabriel;
- Documento 136 — O Batismo e os Quarenta Dias
Jesus começou a sua obra pública no auge do interesse popular pela pregação de João e numa época em que o povo judeu da Palestina aguardava ansiosamente o aparecimento do Messias.
- Documento 137 — Tempo de Espera na Galileia
Cedo, na manhã de sábado de 23 de fevereiro do ano 26 d.C., Jesus desceu dos montes para se juntar ao grupo de João acampado em Pela. Durante todo aquele dia Jesus misturou-se com a multidão.
- Documento 138 — Formação dos Mensageiros do Reino
Depois de pregar o sermão sobre “O Reino”, Jesus convocou os seis apóstolos naquela tarde e começou a revelar os seus planos para visitar as cidades ao redor e perto do Mar da Galileia.
- Documento 139 — Os Doze Apóstolos
É um testemunho eloquente do encanto e da retidão da vida terrena de Jesus que, embora ele repetidamente tenha feito em pedaços as esperanças dos seus apóstolos e despedaçado todas as suas ambições de…
- Documento 140 — A Ordenação dos Doze
Pouco antes do meio-dia de um domingo, 12 de janeiro do ano 27 d.C., Jesus reuniu os apóstolos para a ordenação deles como pregadores públicos do evangelho do reino.
- Documento 141 — Início da Obra Pública
No primeiro dia da semana, 19 de janeiro do ano 27 d.C., Jesus e os doze apóstolos prepararam-se para partir da sua sede em Betsaida.
- Documento 142 — A Páscoa em Jerusalém
No mês de abril Jesus e os apóstolos trabalharam em Jerusalém, saindo da cidade todas as noites para pernoitar em Betânia.
- Documento 143 — Atravessando Samaria
No final de junho do ano 27 d.C., devido à crescente oposição dos dirigentes religiosos judeus, Jesus e os doze partiram de Jerusalém, depois de enviarem as suas tendas e os parcos objetos pessoais para…
- Documento 144 — Em Gilboa e na Decápolis
Setembro e outubro foram passados em retiro num acampamento isolado nas encostas do Monte Gilboa.
- Documento 145 — Quatro Dias Memoráveis em Cafarnaum
Jesus e os apóstolos chegaram a Cafarnaum na noite de terça-feira, 13 de janeiro. Como de costume, eles estabeleceram a sua sede na casa de Zebedeu em Betsaida.
- Documento 146 — Primeira Ronda de Pregação da Galileia
A primeira ronda de pregação pública da Galileia começou no domingo, 18 de janeiro do ano 28 d.C., e continuou por cerca de dois meses, terminando com o retorno a Cafarnaum em 17 de março.
- Documento 147 — O Interlúdio da Visita a Jerusalém
Jesus e os apóstolos chegaram a Cafarnaum na quarta-feira, 17 de março, e passaram duas semanas na sede de Betsaida antes de partirem para Jerusalém.
- Documento 148 — Formação dos Evangelistas em Betsaida
Desde 3 de maio a 3 de outubro do ano 28 d.C., Jesus e o grupo apostólico residiram na casa de Zebedeu em Betsaida.
- Documento 149 — A Segunda Ronda de Pregação
A segunda ronda de pregação pública pela Galileia começou no domingo, 3 de outubro do ano 28 d.C., e continuou por quase três meses, terminando em 30 de dezembro.
- Documento 150 — A Terceira Ronda de Pregação
Na noite de domingo, 16 de janeiro do ano 29 d.C., Abner, com os apóstolos de João, chegou a Betsaida e no dia seguinte teve uma conferência conjunta com André e os apóstolos de Jesus.
- Documento 151 — Estada e Ensinamento no Litoral
No dia 10 de março todos os grupos de pregação e ensinamento já haviam se reunido em Betsaida.
- Documento 152 — Eventos que Levaram à Crise de Cafarnaum
A história da cura de Amós, o lunático de Queresa, já havia chegado a Betsaida e Cafarnaum, de modo que uma grande multidão esperava por Jesus quando o seu barco atracou naquela manhã de terça-feira.
- Documento 153 — A Crise em Cafarnaum
Na sexta-feira à noite, dia da sua chegada a Betsaida, e na manhã do Sabá, os apóstolos notaram que Jesus estava seriamente ocupado com algum problema de nota;
- Documento 154 — Últimos Dias em Cafarnaum
Na memorável noite de sábado de 30 de abril, enquanto Jesus proferia palavras de conforto e coragem aos seus discípulos abatidos e desnorteados, em Tiberíades estava sendo realizado um conselho entre…
- Documento 155 — Escapando pelo Norte da Galileia
Logo após desembarcarem perto de Queresa neste domingo memorável, Jesus e os 24 seguiram um pouco para o norte, onde passaram a noite num lindo parque ao sul de Betsaida-Júlias.
- Documento 156 — A Estada em Tiro e Sídon
Na tarde de sexta-feira, 10 de junho, Jesus e seus companheiros chegaram aos arredores de Sídon, onde pararam na casa de uma mulher abastada que havia sido paciente no hospital de Betsaida durante a…
- Documento 157 — Em Cesareia-Filipe
Antes de levar os doze para uma curta estada nas proximidades de Cesareia-Filipe, ele providenciou, por meio dos mensageiros de Davi, uma ida a Cafarnaum no domingo, 7 de agosto, com o propósito de se…
- Documento 158 — O Monte da Transfiguração
Era quase o pôr do sol da tarde de sexta-feira, 12 de agosto do ano 29 d.C., quando Jesus e seus companheiros chegaram ao sopé do Monte Hérmon, perto do mesmo lugar onde o jovem Tiglat uma vez esperou…
- Documento 159 — A Ronda na Decápolis
Quando Jesus e os doze chegaram ao Parque Magadan, encontraram à sua espera um grupo de quase cem evangelistas e discípulos, incluindo o corpo de mulheres, e estavam prontos para começar imediatamente a…
- Documento 160 — Rodan de Alexandria
Na manhã de domingo, 18 de setembro, André anunciou que nenhum trabalho seria planejado para a semana seguinte.
- Documento 161 — Discussões Adicionais com Rodan
No domingo, 25 de setembro do ano 29 d.C., os apóstolos e os evangelistas reuniram-se em Magadan.
- Documento 162 — Na Festa dos Tabernáculos
Quando partiu para Jerusalém com os dez apóstolos, Jesus planejou passar por Samaria, sendo esse o caminho mais curto.
- Documento 163 — Ordenação dos Setenta em Magadan
Poucos dias depois do retorno de Jesus e dos doze de Jerusalém para Magadan, Abner e um grupo de cerca de cinquenta discípulos chegaram de Belém.
- Documento 164 — Na Festa da Dedicação
Enquanto o acampamento em Pela estava sendo montado, Jesus, levando consigo Natanael e Tomé, subiu secretamente a Jerusalém para assistir à festa da dedicação.
- Documento 165 — Começa a Missão na Pereia
Na terça-feira, 3 de janeiro do ano 30 d.C., Abner, o antigo chefe dos doze apóstolos de João Batista, um nazireu e ex-diretor da escola nazireia em Engedi, agora chefe dos setenta mensageiros do reino,…
- Documento 166 — Última Visita ao Norte da Pereia
De 11 a 20 de fevereiro, Jesus e os doze fizeram uma ronda por todas as cidades e vilas do norte da Pereia onde os companheiros de Abner e os membros do corpo de mulheres estavam trabalhando.
- Documento 167 — A Visita a Filadélfia
Durante todo este período da ministração pereiana, quando se faz menção à visita de Jesus e dos apóstolos às diversas localidades onde os setenta estavam trabalhando, deve ser lembrado que, via de…
- Documento 168 — A Ressurreição de Lázaro
Pouco passava do meio-dia quando Marta saiu ao encontro de Jesus quando ele assomou no cume da colina perto de Betânia.
- Documento 169 — Último Ensinamento em Pela
No final da noite de segunda-feira, 6 de março, Jesus e os dez apóstolos chegaram ao acampamento de Pela.
- Documento 170 — O Reino do Céu
Sábado à tarde, 11 de março, Jesus pregou o seu último sermão em Pela. Este foi um dos discursos notáveis da sua ministração pública, abrangendo uma discussão plena e completa do reino do céu.
- Documento 171 — A Caminho de Jerusalém
No dia após o memorável sermão sobre “O Reino do Céu”, Jesus anunciou que no dia seguinte ele e os apóstolos partiriam para a Páscoa em Jerusalém, visitando no caminho numerosas cidades no sul de Pereia.
- Documento 172 — A Entrada em Jerusalém
Jesus e os apóstolos chegaram a Betânia pouco depois das quatro horas da tarde de sexta-feira, 31 de março do ano 30 d.C. Lázaro, suas irmãs e seus amigos os esperavam;
- Documento 173 — Segunda-feira em Jerusalém
Cedo na manhã desta segunda-feira, por combinação prévia, Jesus e os apóstolos reuniram-se na casa de Simão, em Betânia, e depois de uma breve conferência partiram para Jerusalém.
- Documento 174 — Terça-Feira de Manhã no Templo
Cerca das sete horas da manhã desta terça-feira Jesus encontrou-se com os apóstolos, o corpo de mulheres e umas duas dúzias de outros discípulos proeminentes na casa de Simão.
- Documento 175 — O Último Discurso no Templo
Pouco depois das duas horas da tarde desta terça-feira, Jesus, acompanhado por onze apóstolos, José de Arimateia, os trinta gregos e alguns outros discípulos, chegou ao templo e começou a proferir seu…
- Documento 176 — Terça-Feira à Noite no Monte das Oliveiras
Nesta tarde de terça-feira, enquanto Jesus e os apóstolos saíam do templo a caminho do acampamento do Getsêmani, Mateus, chamando a atenção para a construção do templo, disse: “Mestre, observe que…
- Documento 177 — Quarta-Feira, Dia de Descanso
Quando o trabalho de ensinar o povo não os pressionava, era costume de Jesus e dos seus apóstolos descansar dos seus labores todas as quartas-feiras.
- Documento 178 — O Último Dia no Acampamento
Jesus planejou passar esta quinta-feira, o seu último dia livre na Terra, como um Filho divino encarnado, com os seus apóstolos e alguns discípulos leais e devotados.
- Documento 179 — A Última Ceia
Durante a tarde desta quinta-feira, quando Filipe lembrou ao Mestre sobre a aproximação da Páscoa e indagou sobre os planos dele para a sua celebração, ele tinha em mente a ceia da Páscoa que deveria…
- Documento 180 — O Discurso de Despedida
Depois de cantarem o Salmo na conclusão da Última Ceia, os apóstolos pensaram que Jesus pretendia retornar imediatamente ao acampamento, mas ele indicou que deveriam sentar-se. Disse o Mestre:
- Documento 181 — Exortações e Advertências Finais
Após a conclusão do discurso de despedida aos onze, Jesus confraternizou informalmente com eles e contou muitas experiências que lhes concerniam como grupo e como indivíduos.
- Documento 182 — No Getsêmani
Eram cerca de dez horas da noite desta quinta-feira quando Jesus conduziu os onze apóstolos desde a casa de Elias e Maria Marcos no seu caminho de volta ao acampamento do Getsêmani.
- Documento 183 — A Traição a Jesus e Sua Prisão
Depois de ter finalmente acordado Pedro, Tiago e João, Jesus sugeriu que eles fossem para as suas tendas e procurassem dormir, preparando-se para os deveres do dia seguinte.
- Documento 184 — Perante o Tribunal do Sinédrio
Os representantes de Anás haviam instruído secretamente o capitão dos soldados romanos a levar Jesus imediatamente ao palácio de Anás depois de ter sido capturado.
- Documento 185 — O Julgamento Perante Pilatos
Pouco depois das seis horas da manhã desta sexta-feira, 7 de abril, 30 d.C., Jesus foi levado perante Pilatos, o procurador romano que governava a Judeia, Samaria e Idumeia sob a supervisão imediata do…
- Documento 186 — Pouco Antes da Crucificação
Quando Jesus e seus acusadores partiram para ver Herodes, o Mestre voltou-se para o apóstolo João e disse: “João, você não pode fazer mais nada por mim.
- Documento 187 — A Crucificação
Depois de os dois salteadores terem sido preparados, os soldados, sob a direção de um centurião, partiram para o local da crucificação.
- Documento 188 — O Tempo na Tumba
O dia e meio em que o corpo mortal de Jesus permaneceu na tumba de José, o período entre a sua morte na cruz e a sua ressurreição, é um capítulo da carreira terrena de Micael que é pouco conhecido por…
- Documento 189 — A Ressurreição
Logo depois do sepultamento de Jesus, na tarde de sexta-feira, o chefe dos arcanjos de Nébadon, então presente em Urântia, convocou o seu conselho da ressurreição das criaturas volitivas adormecidas e…
- Documento 190 — Aparições de Jesus da Morôncia
O Jesus ressuscitado agora se prepara para passar um curto período em Urântia com o propósito de experienciar a carreira ascendente de um mortal dos reinos na morôncia.
- Documento 191 — Aparições aos Apóstolos e Outros Líderes
O domingo da Ressurreição foi um dia terrível na vida dos apóstolos; dez deles passaram a maior parte do dia no cenáculo atrás de portas gradeadas.
- Documento 192 — Aparições na Galileia
Quando os apóstolos partiram de Jerusalém para a Galileia, os líderes judeus já haviam se acalmado consideravelmente.
- Documento 193 — Aparições Finais e Ascensão
A décima sexta manifestação da morôncia de Jesus ocorreu na sexta-feira, 5 de maio, no pátio de Nicodemos, por volta das nove horas da noite.
- Documento 194 — Dádiva do Espírito da Verdade
Por volta da uma hora, enquanto os cento e vinte crentes estavam empenhados na oração, todos se aperceberam de uma presença estranha na sala.
- Documento 195 — Depois de Pentecostes
Os resultados da pregação de Pedro no dia de Pentecostes foram tais que decidiram as diretrizes futuras e determinaram os planos da maioria dos apóstolos nos seus esforços para proclamar o evangelho do…
- Documento 196 — A Fé de Jesus
Jesus desfrutou de uma fé sublime e de todo o coração em Deus. Ele experienciou os altos e baixos comuns da existência mortal, mas nunca duvidou religiosamente da certeza do cuidado e do guiamento de…