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O Prefácio e os 196 documentos, com parte, número e um resumo curto de cada um.

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197 documentos

  1. Parte 1PrefácioPrefácio

    Nas mentes dos mortais de Urântia – sendo esse o nome do seu mundo – existe grande confusão a respeito do significado de termos como Deus, divindade e deidade.

  2. Parte 1Documento 1O Pai Universal

    O Pai Universal é o Deus de toda a criação, a Primeira Fonte e Centro de todas as coisas e seres. Primeiro, pensem em Deus como criador, depois, como controlador, e finalmente como um sustentador infinito.

  3. Parte 1Documento 2A Natureza de Deus

    Visto que o conceito mais elevado possível de Deus para o homem está englobado na ideia e no ideal humanos de uma personalidade primordial e infinita, é permitido, e pode ser útil, estudar certas…

  4. Parte 1Documento 3Os Atributos de Deus

    Deus está presente em toda parte; o Pai Universal governa o círculo da eternidade. Mas Ele governa nos universos locais nas pessoas de seus Filhos Criadores do Paraíso, da mesma forma que concede vida por…

  5. O Pai Universal tem um propósito eterno com relação aos fenômenos materiais, intelectuais e espirituais do universo de universos, que Ele está executando o tempo todo.

  6. Se a mente finita do homem é incapaz de compreender como um Deus tão grande e majestoso quanto o Pai Universal pode descer de Sua morada eterna em perfeição infinita para confraternizar com a criatura…

  7. Parte 1Documento 6O Filho Eterno

    O Filho Eterno é a expressão perfeita e final do “primeiro” conceito pessoal e absoluto do Pai Universal.

  8. O Filho Original está sempre interessado na execução dos aspectos espirituais do propósito eterno do Pai à medida que ela se desdobra progressivamente nos fenômenos dos universos em evolução com seus…

  9. Parte 1Documento 8O Espírito Infinito

    Retrocedendo na eternidade, quando o “primeiro” pensamento infinito e absoluto do Pai Universal encontra no Filho Eterno uma palavra tão perfeita e adequada para a sua expressão divina, segue-se o desejo…

  10. Uma coisa estranha aconteceu quando, na presença do Paraíso, o Pai Universal e o Filho Eterno Se unem para Se personalizarem.

  11. Parte 1Documento 10A Trindade do Paraíso

    A Trindade do Paraíso de Deidades eternas facilita ao Pai escapar do absolutismo da personalidade.

  12. Parte 1Documento 11A Eterna Ilha do Paraíso

    O Paraíso é o centro eterno do universo de universos e o lugar de morada do Pai Universal, do Filho Eterno, do Espírito Infinito e dos divinos coordenados e associados Deles.

  13. Parte 1Documento 12O Universo de Universos

    A imensidão da vastíssima criação do Pai Universal está totalmente além do alcance da imaginação finita; a enormidade do universo-mestre assombra até mesmo a percepção da minha ordem de ser.

  14. Entre a Ilha central do Paraíso e o mais interno dos circuitos planetários de Havona estão situados no espaço três circuitos menores de esferas especiais.

  15. Parte 1Documento 14O Universo Central e Divino

    O universo perfeito e divino ocupa o centro de toda a criação; é o núcleo eterno em torno do qual giram as vastas criações do tempo e espaço.

  16. Parte 1Documento 15Os Sete Superuniversos

    No que diz respeito ao Pai Universal – como um Pai – os universos são virtualmente inexistentes; Ele lida com personalidades; Ele é o Pai das personalidades.

  17. Parte 1Documento 16Os Sete Espíritos Mestres

    Os Sete Espíritos Mestres do Paraíso são as personalidades primárias do Espírito Infinito.

  18. Os sete grupos de Espíritos Supremos são os diretores coordenadores universais da administração dos sete segmentos do grande universo.

  19. As Personalidades Supremas da Trindade são todas criadas para serviço específico. Elas são concebidas pela Trindade divina para o cumprimento de certos deveres específicos, e estão qualificadas para…

  20. Este grupo do Paraíso, designado os Seres Coordenados Originários da Trindade, abrange os Filhos Instrutores da Trindade, também classificados entre os Filhos de Deus do Paraíso, três grupos de altos…

  21. Do modo como funcionam no superuniverso de Orvônton, os Filhos de Deus são classificados sob três títulos gerais:

  22. Os Filhos Criadores são os construtores e governantes dos universos locais do tempo e espaço.

  23. Há três grupos de seres que são chamados Filhos de Deus. Além das ordens de filiação descendentes e ascendentes há um terceiro grupo conhecido como os Filhos Trinitarizados de Deus.

  24. Parte 1Documento 23Os Mensageiros Solitários

    Os Mensageiros Solitários são o corpo pessoal e universal do Criador Conjunto; eles são a primeira ordem e de maior patente das Personalidades Mais Elevadas do Espírito Infinito.

  25. Em Uversa, dividimos todas as personalidades e entidades do Criador Conjunto em três grandes divisões: as Personalidades Mais Elevadas do Espírito Infinito, as Hostes de Mensageiros do Espaço e os…

  26. Classificadas intermediariamente na família do Espírito Infinito estão as Hostes de Mensageiros do Espaço.

  27. As Supernafins são os espíritos ministradores do Paraíso e do universo central; elas são a ordem mais elevada do grupo mais baixo da prole do Espírito Infinito – as hostes angélicas.

  28. As supernafins primárias são as servidoras supernas das Deidades na eterna Ilha do Paraíso. Nunca foram conhecidos por se afastarem dos caminhos da luz e retidão. As listas de chamada estão completas;

  29. Assim como as supernafins são as hostes angélicas do universo central e as serafins as dos universos locais, as seconafins são os espíritos ministradores dos superuniversos.

  30. De todas as personalidades do universo envolvidas na regulação dos assuntos interplanetários e interuniversos, os diretores de potência e seus associados foram os menos compreendidos em Urântia.

  31. As personalidades e outras entidades que não pessoais funcionando agora no Paraíso e no grande universo constituem um número quase ilimitado de seres vivos.

  32. Parte 1Documento 31O Corpo da Finalidade

    O Corpo dos Finalitores Mortais representa o presente destino conhecido dos mortais ascendentes do tempo fusionados ao Ajustador. Mas há outros grupos que também são designados para este corpo.

  33. Um universo local é obra de um Filho Criador da ordem de Micael do Paraíso. Compreende cem constelações, cada uma abrangendo cem sistemas de mundos habitados.

  34. Conquanto o Pai Universal certamente governe sobre a Sua vasta criação, Ele funciona numa administração do universo local por intermédio da pessoa do Filho Criador.

  35. Quando um Filho Criador é personalizado pelo Pai Universal e o Filho Eterno, então o Espírito Infinito individualiza uma representação nova e única de Si Mesmo para acompanhar este Filho Criador aos…

  36. Os Filhos de Deus anteriormente apresentados tiveram origem no Paraíso. Eles são a prole dos Governantes divinos dos domínios universais.

  37. Parte 2Documento 36Os Portadores da Vida

    A vida não se origina espontaneamente. A vida é construída de acordo com planos formulados pelos (não revelados) Arquitetos do Ser e aparece nos planetas habitados seja por importação direta ou como…

  38. À cabeça de toda personalidade em Nébadon está o Filho Criador e Mestre, Micael, o pai e soberano do universo.

  39. Há três ordens distintas de personalidades do Espírito Infinito. O impetuoso apóstolo entendeu isto quando escreveu a respeito de Jesus: “aquele que subiu ao céu e está à direita de Deus, a ele estão…

  40. Parte 2Documento 39As Hostes Seráficas

    Até onde sabemos, o Espírito Infinito, conforme personalizado na sede-central do universo local, pretende produzir serafins uniformemente perfeitas, mas, por alguma razão desconhecida, essa prole seráfica…

  41. Como em muitos dos principais grupos de seres do universo, foram reveladas sete classes gerais dos Filhos de Deus Ascendentes:

  42. O fenômeno do espaço característico que separa cada criação local de todas as outras é a presença do Espírito Criativo.

  43. Parte 2Documento 42Energia – Mente e Matéria

    A fundação do universo é material no sentido de que a energia é a base de toda a existência, e a energia pura é controlada pelo Pai Universal.

  44. Parte 2Documento 43As Constelações

    Urântia é comumente referida como o 606 de Satânia em Norlatiadeque de Nébadon, significando o seiscentésimo sexto mundo habitado no sistema local de Satânia, situado na constelação de Norlatiadeque, uma…

  45. Parte 2Documento 44Os Artesãos Celestiais

    Entre as colônias de cortesia dos vários mundos-sede divisionais e do universo pode ser encontrada a ordem única de personalidades compostas denominada os artesãos celestiais.

  46. O centro administrativo de Satânia consiste em um aglomerado de esferas arquitetônicas, em número de cinquenta e sete – a própria Jerusém, os sete satélites principais e os quarenta e nove subsatélites.

  47. Jerusém, a sede-central de Satânia, é uma capital mediana de um sistema local e, à parte as inúmeras irregularidades ocasionadas pela rebelião de Lúcifer e a consagração de Micael em Urântia, ela é típica…

  48. Parte 2Documento 47Os Sete Mundos das Mansões

    O Filho Criador, quando em Urântia, falou das “muitas mansões no universo do Pai”. Em certo sentido, todos os cinquenta e seis mundos que rodeiam Jerusém são dedicados à cultura de transição dos mortais…

  49. Parte 2Documento 48A Vida na Morôncia

    Os Deuses não podem – pelo menos não o fazem – transformar uma criatura de natureza animal grosseira num espírito perfeccionado por algum ato misterioso de magia criativa.

  50. Parte 2Documento 49Os Mundos Habitados

    Todos os mundos habitados por mortais são de origem e natureza evolucionárias. Estas esferas são o terreno procriador, o berço evolutivo das raças mortais do tempo e espaço.

  51. Parte 2Documento 50Os Príncipes Planetários

    Embora pertencentes à ordem dos Filhos Lanonandeque, os Príncipes Planetários são tão especializados no serviço que são comumente considerados como um grupo distinto.

  52. Parte 2Documento 51Os Adãos Planetários

    Durante a dispensação de um Príncipe Planetário, o homem primitivo atinge o limite do desenvolvimento evolutivo natural, e esta conquista biológica sinaliza ao Soberano do Sistema que despache para tal…

  53. Desde o início da vida num planeta evolucionário até o momento do seu florescimento final na era da luz e da vida, aparecem no palco da ação mundial pelo menos sete épocas da vida humana.

  54. Parte 2Documento 53A Rebelião de Lúcifer

    Lúcifer era um brilhante Filho Lanonandeque primário de Nébadon. Ele havia vivenciado o serviço em muitos sistemas, tinha sido um alto conselheiro do seu grupo e se distinguira pela sabedoria, sagacidade…

  55. O homem evolucionário acha difícil compreender plenamente a significância e captar os significados do mal, erro, pecado e iniquidade.

  56. Parte 2Documento 55As Esferas de Luz e Vida

    A era de luz e vida é a realização evolutiva final de um mundo do tempo e espaço. Desde os primórdios do homem primitivo, tal mundo habitado passou pelas sucessivas eras planetárias – as eras pré e…

  57. Parte 2Documento 56Unidade Universal

    Deus é unidade. A Deidade é universalmente coordenada. O universo de universos é um vasto mecanismo integrado que é absolutamente controlado por uma mente infinita.

  58. Parte 3Documento 57A Origem de Urântia

    Ao apresentar excertos dos arquivos de Jerusém para os registros de Urântia com respeito aos seus antecedentes e história primitiva, somos orientados a calcular o tempo em termos do uso corrente – o atual…

  59. Em todo o Satânia há apenas sessenta e um mundos semelhantes a Urântia, planetas de modificação da vida. A maioria dos mundos habitados é povoada de acordo com técnicas estabelecidas;

  60. Consideramos a história de Urântia como tendo começado há cerca de um bilhão de anos e se estendendo por cinco eras principais:

  61. A era da vida marinha exclusiva terminou. A elevação da terra, o resfriamento da crosta e o resfriamento dos oceanos, o recuo do mar e consequente aprofundamento, juntamente com um grande aumento de terra…

  62. A era dos mamíferos estende-se desde os tempos da origem dos mamíferos placentários até o fim da era do gelo, cobrindo pouco menos de 50 milhões de anos.

  63. Há cerca de um milhão de anos os ancestrais imediatos da humanidade surgiram por meio de três mutações sucessivas e _súbitas_ decorrentes da cepa inicial do tipo lêmure de mamífero placentário.

  64. Parte 3Documento 63A Primeira Família Humana

    Urântia foi registrada como um mundo habitado quando os dois primeiros seres humanos – os gêmeos – tinham 11 anos e antes de se tornarem os pais do primogênito da segunda geração de seres humanos…

  65. Esta é a história das raças evolucionárias de Urântia desde os dias de Andon e Fonta, há quase um milhão de anos, passando pelos tempos do Príncipe Planetário até o fim da era do gelo.

  66. A vida material evolutiva básica – a vida pré-mente – é a formulação dos Controladores Físicos Mestres e a ministração da transmissão de vida dos Sete Espíritos Mestres em conjunção com a ministração…

  67. O advento de um Filho Lanonandeque num mundo mediano significa que a vontade, a capacidade de escolher o caminho da sobrevivência eterna, se desenvolveu na mente do homem primitivo.

  68. Parte 3Documento 67A Rebelião Planetária

    Os problemas associados à existência humana em Urântia são impossíveis de serem compreendidos sem um conhecimento de certas grandes épocas do passado, notadamente a ocorrência e consequências da rebelião…

  69. Parte 3Documento 68O Alvorecer da Civilização

    Este é o início da narrativa da longuíssima luta da espécie humana em avanço desde um status que era pouco melhor do que uma existência animal, através das eras intermédias, e até os tempos posteriores,…

  70. Emocionalmente, o homem transcende seus ancestrais animais em sua capacidade de apreciar o humor, a arte e a religião.

  71. Ainda o homem mal havia resolvido parcialmente o problema de ganhar a vida quando foi confrontado com a tarefa de regulamentar os contatos humanos.

  72. Parte 3Documento 71Desenvolvimento do Estado

    O estado é uma evolução útil da civilização; representa o ganho líquido da sociedade com as devastações e sofrimentos da guerra.

  73. Parte 3Documento 72Governo num Planeta Vizinho

    Com a permissão de Lanaforge e a aprovação dos Altíssimos de Edêntia, estou autorizado a narrar algo da vida social, moral e política da raça humana mais avançada que vive num planeta não muito distante…

  74. Parte 3Documento 73O Jardim do Éden

    A decadência cultural e a pobreza espiritual resultantes da queda de Caligástia e a consequente confusão social tiveram pouco efeito sobre o status físico ou biológico dos povos de Urântia.

  75. Parte 3Documento 74Adão e Eva

    Adão e Eva chegaram a Urântia, contando desde o ano de 1934 d.C., 37.848 anos atrás. Foi no meio da estação, quando o Jardim estava no auge da floração, que eles chegaram.

  76. Parte 3Documento 75A Falta de Adão e Eva

    Depois de mais de cem anos de esforço em Urântia, Adão conseguia ver pouquíssimo progresso fora do Jardim; o mundo em geral não parecia estar melhorando muito.

  77. Parte 3Documento 76O Segundo Jardim

    Quando Adão escolheu deixar o primeiro jardim para os noditas sem oposição, ele e seus seguidores não podiam ir para o oeste, pois os edenitas não tinham barcos adequados para tal aventura marinha.

  78. Parte 3Documento 77As Criaturas Interplanárias

    A maioria dos mundos habitados de Nébadon abriga um ou mais grupos de seres únicos que existem num nível de funcionamento da vida mais ou menos a meio caminho entre aqueles dos mortais dos reinos e os das…

  79. O segundo Éden foi o berço da civilização por quase 30 mil anos. Aqui na Mesopotâmia os povos adâmicos se mantiveram, enviando sua progênie até os confins da Terra e, posteriormente, como miscigenados com…

  80. Parte 3Documento 79Expansão Andita no Oriente

    A Ásia é a pátria da raça humana. Foi numa península meridional deste continente que Andon e Fonta nasceram;

  81. Parte 3Documento 80Expansão Andita no Ocidente

    Embora o homem azul europeu não tenha alcançado por si mesmo uma grande civilização cultural, ele de fato forneceu a base biológica que, quando suas linhagens adamizadas foram misturadas com os invasores…

  82. A despeito dos altos e baixos do abortamento dos planos de aprimoramento do mundo projetados nas missões de Caligástia e Adão, a evolução orgânica básica da espécie humana continuou a levar as raças…

  83. Parte 3Documento 82A Evolução do Matrimônio

    O matrimônio – o acasalamento – advém da sexualidade dual. O matrimônio é o ajuste reacional do homem a tal sexualidade dual, enquanto a vida familiar é a soma total resultante de todos esses ajustes…

  84. Este é o relato dos primórdios da instituição do matrimônio. Ele progrediu de forma constante desde os acasalamentos desvinculados e promíscuos da horda por muitas variações e adaptações, até o…

  85. Parte 3Documento 84Matrimônio e Vida Familiar

    A necessidade material fundou o matrimônio, o apetite pelo sexo o embelezou, a religião o sancionou e exaltou, o estado o exigiu e regulamentou, enquanto nos últimos tempos o amor em evolução está…

  86. Parte 3Documento 85As Origens da Adoração

    A religião primitiva teve uma origem biológica, um desenvolvimento evolutivo natural, além das associações morais e à parte de todas as influências espirituais.

  87. A evolução da religião a partir da pulsão de adoração precedente e primitiva não depende da revelação.

  88. Parte 3Documento 87Os Cultos dos Fantasmas

    O culto dos fantasmas evoluiu como uma compensação para os perigos do azar; suas primitivas observâncias religiosas eram o resultado da ansiedade pelo azar e do medo desmedido dos mortos.

  89. Parte 3Documento 88Fetiches, Amuletos e Magias

    O conceito de um espírito entrando em um objeto inanimado, um animal ou um ser humano, é uma crença muito antiga que foi honrosa, tendo prevalecido desde o início da evolução da religião.

  90. O homem primitivo considerava-se em débito com os espíritos, como necessitado de redenção.

  91. A evolução das observâncias religiosas evoluiu desde apaziguamento, evitação, exorcismo, coerção, conciliação e propiciação até o sacrifício, expiação e redenção.

  92. Parte 3Documento 91A Evolução da Prece

    A prece, como uma agência da religião, evoluiu a partir de expressões não-religiosas anteriores do monólogo e do diálogo.

  93. O homem possuía uma religião de origem natural como parte de sua experiência evolutiva muito antes de quaisquer revelações sistemáticas serem feitas em Urântia.

  94. Parte 3Documento 93Maquiventa Melquisedeque

    Os Melquisedeques são amplamente conhecidos como Filhos de emergência, pois se engajam numa gama incrível de atividades nos mundos de um universo local.

  95. Os primeiros instrutores da religião de Salém penetraram até as tribos mais remotas da África e da Eurásia, sempre pregando o evangelho de Maquiventa sobre a fé e a confiança do homem no Deus universal…

  96. Assim como a Índia deu origem a muitas das religiões e filosofias da Ásia oriental, também o Levante foi a pátria das fés do mundo ocidental.

  97. Parte 3Documento 96Javé – Deus dos Hebreus

    Ao conceber a Deidade, o homem primeiro inclui todos os deuses, depois subordina todos os deuses estrangeiros à sua deidade tribal e, finalmente, exclui todos exceto o Deus único de valor final e…

  98. Os líderes espirituais dos hebreus fizeram o que nenhum outro antes deles conseguiu fazer – eles desantropomorfizaram seu conceito de Deus sem convertê-lo em uma abstração da Deidade compreensível apenas…

  99. Os ensinamentos de Melquisedeque entraram na Europa por muitos caminhos, mas principalmente via Egito e foram incorporados à filosofia ocidental depois de serem completamente helenizados e posteriormente…

  100. A religião alcança sua mais alta ministração social quando tem menos ligação com as instituições seculares da sociedade.

  101. A experiência da vivência religiosa dinâmica transforma o indivíduo medíocre numa personalidade de poder idealista.

  102. Parte 3Documento 101A Natureza Real da Religião

    A religião, como uma experiência humana, abrange desde a primitiva escravidão do medo do selvagem em evolução até a sublime e magnífica liberdade de fé daqueles mortais civilizados que são…

  103. Para o materialista incrédulo, o homem é simplesmente um acidente evolutivo. Suas esperanças de sobrevivência estão ligadas a uma invenção da imaginação mortal;

  104. Todas as reações verdadeiramente religiosas do homem são patrocinadas pela ministração inicial do ajudante da adoração e são censuradas pelo ajudante da sabedoria.

  105. O conceito da Trindade da religião revelada não pode ser confundido com a tríade das crenças das religiões evolutivas.

  106. Parte 3Documento 105Deidade e Realidade

    Mesmo para as ordens superiores das inteligências do universo a infinitude é apenas parcialmente compreensível, e a finalidade da realidade é apenas relativamente entendível.

  107. Não é suficiente que o mortal ascendente saiba algo sobre as relações da Deidade com a gênese e as manifestações da realidade cósmica;

  108. Embora o Pai Universal resida pessoalmente no Paraíso, no próprio centro dos universos, Ele também está de fato presente nos mundos do espaço nas mentes de Seus incontáveis filhos do tempo, pois Ele…

  109. A missão dos Ajustadores do Pensamento junto às raças humanas é representar, ser, o Pai Universal para as criaturas mortais do tempo e espaço; essa é a obra fundamental das dádivas divinas.

  110. Os Ajustadores do Pensamento são as crianças da carreira do universo e, de fato, os Ajustadores virgens têm que ganhar experiência enquanto as criaturas mortais crescem e se desenvolvem.

  111. A dotação de liberdade aos seres imperfeitos acarreta uma tragédia inevitável, e é da natureza da Deidade ancestral perfeita compartilhar universal e afetuosamente estes sofrimentos em camaradagem…

  112. Parte 3Documento 111O Ajustador e a Alma

    A presença do Ajustador divino na mente humana torna para sempre impossível tanto para a ciência como para a filosofia alcançar uma compreensão satisfatória da alma em evolução da personalidade humana.

  113. Os planetas evolutivos são as esferas da origem humana, os mundos iniciais da carreira mortal ascendente. Urântia é seu ponto de partida;

  114. Tendo apresentado as narrativas dos Espíritos Ministradores do Tempo e das Hostes Mensageiras do Espaço, chegamos à consideração dos anjos da guarda, serafins dedicadas à ministração aos mortais…

  115. Parte 3Documento 114Governo Seráfico Planetário

    Os Altíssimos governam nos reinos dos homens por meio de muitas forças e agências celestiais, mas principalmente por meio da ministração das serafins.

  116. Parte 3Documento 115O Ser Supremo

    Com Deus o Pai, a filiação é o grande relacionamento. Com Deus o Supremo, a realização é o pré-requisito para o status – é preciso fazer algo, assim como ser algo.

  117. Parte 3Documento 116O Supremo Todo-Poderoso

    Se o homem reconhecesse que seus Criadores – seus supervisores imediatos – embora divinos também fossem finitos, e que o Deus do tempo e espaço fosse uma Deidade em evolução e não absoluta, então as…

  118. Parte 3Documento 117Deus o Supremo

    À medida que fazemos a vontade de Deus em qualquer localização do universo em que possamos ter a nossa existência, nessa medida o potencial onipotente do Supremo torna-se um passo mais atual.

  119. A respeito das diversas naturezas da Deidade, pode ser dito que:

  120. Chefe dos Estrelas do Entardecer de Nébadon, fui designado para Urântia por Gabriel na missão de revelar a história das sete consagrações do Soberano do Universo, Micael de Nébadon, e meu nome é…

  121. Designado por Gabriel para supervisionar a reconstituição da vida de Micael quando em Urântia e na semelhança da carne mortal, eu, o diretor Melquisedeque da comissão reveladora incumbida desta tarefa,…

  122. Atuando sob a supervisão de uma comissão de doze membros da Irmandade Unida dos Interplanários de Urântia, patrocinados conjuntamente pelo chefe presidente de nossa ordem e pelo mandatário…

  123. Dificilmente será possível explicar plenamente as muitas razões que levaram à escolha da Palestina como a região para a consagração de Micael e, especialmente, a razão específica pela qual a família de…

  124. Parte 4Documento 123A Primeira Infância de Jesus

    Devido às incertezas e ansiedades de sua estada em Belém, Maria não desmamou o bebê até que chegassem em segurança a Alexandria, onde a família pôde estabelecer-se numa vida normal.

  125. Parte 4Documento 124A Segunda Infância de Jesus

    Embora Jesus pudesse ter desfrutado de uma oportunidade melhor para estudar em Alexandria do que na Galileia, ele não poderia ter tido um ambiente tão esplêndido para resolver os problemas de sua…

  126. Parte 4Documento 125Jesus em Jerusalém

    Nenhum incidente em toda a memorável carreira terrena de Jesus foi mais envolvente, mais humanamente emocionante do que este, sua primeira visita lembrada a Jerusalém.

  127. Parte 4Documento 126Os Dois Anos Cruciais

    De todas as experiências da vida terrena de Jesus, o décimo quarto e o décimo quinto anos foram os mais cruciais.

  128. Parte 4Documento 127Os Anos da Adolescência

    Quando Jesus entrou na adolescência, viu-se como o chefe e único sustento de uma grande família. Poucos anos após a morte de seu pai todas as propriedades deles haviam desaparecido.

  129. Quando Jesus de Nazaré entrou nos primeiros anos de sua vida adulta, ele tinha vivido e continuou a viver uma vida humana normal e mediana na Terra.

  130. Parte 4Documento 129A Vida Adulta de Jesus

    Jesus tinha se separado plena e finalmente da gestão dos assuntos domésticos da família de Nazaré e da orientação imediata de seus indivíduos.

  131. Parte 4Documento 130A Caminho de Roma

    A viagem pelo mundo romano consumiu a maior parte do vigésimo oitavo e todo o vigésimo nono ano da vida de Jesus na Terra.

  132. Parte 4Documento 131As Religiões do Mundo

    Durante a estada alexandrina de Jesus, Gonod e Ganid, o jovem gastou muito do seu tempo e uma grande soma do dinheiro de seu pai fazendo uma coleção dos ensinamentos das religiões do mundo sobre Deus e…

  133. Parte 4Documento 132A Estadia em Roma

    Dado que Gonod era portador de saudações dos príncipes da Índia para Tibério, o governante romano, no terceiro dia após a sua chegada a Roma os dois indianos e Jesus compareceram diante dele.

  134. Parte 4Documento 133O Retorno de Roma

    Quando se preparou para deixar Roma, Jesus não se despediu de nenhum de seus amigos. O escriba de Damasco apareceu em Roma sem anúncio e desapareceu da mesma maneira.

  135. Parte 4Documento 134Os Anos de Transição

    Durante a viagem pelo Mediterrâneo Jesus tinha estudado cuidadosamente as pessoas que conheceu e os países pelos quais passou, e por volta desta época chegou à sua decisão final quanto ao restante de…

  136. Parte 4Documento 135João Batista

    João Batista nasceu em 25 de março do ano 7 a.C., de acordo com a promessa que Gabriel fez a Isabel em junho do ano anterior. Por cinco meses Isabel manteve em segredo a visitação de Gabriel;

  137. Parte 4Documento 136O Batismo e os Quarenta Dias

    Jesus começou a sua obra pública no auge do interesse popular pela pregação de João e numa época em que o povo judeu da Palestina aguardava ansiosamente o aparecimento do Messias.

  138. Parte 4Documento 137Tempo de Espera na Galileia

    Cedo, na manhã de sábado de 23 de fevereiro do ano 26 d.C., Jesus desceu dos montes para se juntar ao grupo de João acampado em Pela. Durante todo aquele dia Jesus misturou-se com a multidão.

  139. Depois de pregar o sermão sobre “O Reino”, Jesus convocou os seis apóstolos naquela tarde e começou a revelar os seus planos para visitar as cidades ao redor e perto do Mar da Galileia.

  140. Parte 4Documento 139Os Doze Apóstolos

    É um testemunho eloquente do encanto e da retidão da vida terrena de Jesus que, embora ele repetidamente tenha feito em pedaços as esperanças dos seus apóstolos e despedaçado todas as suas ambições de…

  141. Parte 4Documento 140A Ordenação dos Doze

    Pouco antes do meio-dia de um domingo, 12 de janeiro do ano 27 d.C., Jesus reuniu os apóstolos para a ordenação deles como pregadores públicos do evangelho do reino.

  142. Parte 4Documento 141Início da Obra Pública

    No primeiro dia da semana, 19 de janeiro do ano 27 d.C., Jesus e os doze apóstolos prepararam-se para partir da sua sede em Betsaida.

  143. Parte 4Documento 142A Páscoa em Jerusalém

    No mês de abril Jesus e os apóstolos trabalharam em Jerusalém, saindo da cidade todas as noites para pernoitar em Betânia.

  144. Parte 4Documento 143Atravessando Samaria

    No final de junho do ano 27 d.C., devido à crescente oposição dos dirigentes religiosos judeus, Jesus e os doze partiram de Jerusalém, depois de enviarem as suas tendas e os parcos objetos pessoais para…

  145. Parte 4Documento 144Em Gilboa e na Decápolis

    Setembro e outubro foram passados em retiro num acampamento isolado nas encostas do Monte Gilboa.

  146. Jesus e os apóstolos chegaram a Cafarnaum na noite de terça-feira, 13 de janeiro. Como de costume, eles estabeleceram a sua sede na casa de Zebedeu em Betsaida.

  147. A primeira ronda de pregação pública da Galileia começou no domingo, 18 de janeiro do ano 28 d.C., e continuou por cerca de dois meses, terminando com o retorno a Cafarnaum em 17 de março.

  148. Jesus e os apóstolos chegaram a Cafarnaum na quarta-feira, 17 de março, e passaram duas semanas na sede de Betsaida antes de partirem para Jerusalém.

  149. Desde 3 de maio a 3 de outubro do ano 28 d.C., Jesus e o grupo apostólico residiram na casa de Zebedeu em Betsaida.

  150. Parte 4Documento 149A Segunda Ronda de Pregação

    A segunda ronda de pregação pública pela Galileia começou no domingo, 3 de outubro do ano 28 d.C., e continuou por quase três meses, terminando em 30 de dezembro.

  151. Parte 4Documento 150A Terceira Ronda de Pregação

    Na noite de domingo, 16 de janeiro do ano 29 d.C., Abner, com os apóstolos de João, chegou a Betsaida e no dia seguinte teve uma conferência conjunta com André e os apóstolos de Jesus.

  152. No dia 10 de março todos os grupos de pregação e ensinamento já haviam se reunido em Betsaida.

  153. A história da cura de Amós, o lunático de Queresa, já havia chegado a Betsaida e Cafarnaum, de modo que uma grande multidão esperava por Jesus quando o seu barco atracou naquela manhã de terça-feira.

  154. Parte 4Documento 153A Crise em Cafarnaum

    Na sexta-feira à noite, dia da sua chegada a Betsaida, e na manhã do Sabá, os apóstolos notaram que Jesus estava seriamente ocupado com algum problema de nota;

  155. Parte 4Documento 154Últimos Dias em Cafarnaum

    Na memorável noite de sábado de 30 de abril, enquanto Jesus proferia palavras de conforto e coragem aos seus discípulos abatidos e desnorteados, em Tiberíades estava sendo realizado um conselho entre…

  156. Logo após desembarcarem perto de Queresa neste domingo memorável, Jesus e os 24 seguiram um pouco para o norte, onde passaram a noite num lindo parque ao sul de Betsaida-Júlias.

  157. Parte 4Documento 156A Estada em Tiro e Sídon

    Na tarde de sexta-feira, 10 de junho, Jesus e seus companheiros chegaram aos arredores de Sídon, onde pararam na casa de uma mulher abastada que havia sido paciente no hospital de Betsaida durante a…

  158. Parte 4Documento 157Em Cesareia-Filipe

    Antes de levar os doze para uma curta estada nas proximidades de Cesareia-Filipe, ele providenciou, por meio dos mensageiros de Davi, uma ida a Cafarnaum no domingo, 7 de agosto, com o propósito de se…

  159. Parte 4Documento 158O Monte da Transfiguração

    Era quase o pôr do sol da tarde de sexta-feira, 12 de agosto do ano 29 d.C., quando Jesus e seus companheiros chegaram ao sopé do Monte Hérmon, perto do mesmo lugar onde o jovem Tiglat uma vez esperou…

  160. Parte 4Documento 159A Ronda na Decápolis

    Quando Jesus e os doze chegaram ao Parque Magadan, encontraram à sua espera um grupo de quase cem evangelistas e discípulos, incluindo o corpo de mulheres, e estavam prontos para começar imediatamente a…

  161. Parte 4Documento 160Rodan de Alexandria

    Na manhã de domingo, 18 de setembro, André anunciou que nenhum trabalho seria planejado para a semana seguinte.

  162. No domingo, 25 de setembro do ano 29 d.C., os apóstolos e os evangelistas reuniram-se em Magadan.

  163. Parte 4Documento 162Na Festa dos Tabernáculos

    Quando partiu para Jerusalém com os dez apóstolos, Jesus planejou passar por Samaria, sendo esse o caminho mais curto.

  164. Poucos dias depois do retorno de Jesus e dos doze de Jerusalém para Magadan, Abner e um grupo de cerca de cinquenta discípulos chegaram de Belém.

  165. Parte 4Documento 164Na Festa da Dedicação

    Enquanto o acampamento em Pela estava sendo montado, Jesus, levando consigo Natanael e Tomé, subiu secretamente a Jerusalém para assistir à festa da dedicação.

  166. Parte 4Documento 165Começa a Missão na Pereia

    Na terça-feira, 3 de janeiro do ano 30 d.C., Abner, o antigo chefe dos doze apóstolos de João Batista, um nazireu e ex-diretor da escola nazireia em Engedi, agora chefe dos setenta mensageiros do reino,…

  167. De 11 a 20 de fevereiro, Jesus e os doze fizeram uma ronda por todas as cidades e vilas do norte da Pereia onde os companheiros de Abner e os membros do corpo de mulheres estavam trabalhando.

  168. Parte 4Documento 167A Visita a Filadélfia

    Durante todo este período da ministração pereiana, quando se faz menção à visita de Jesus e dos apóstolos às diversas localidades onde os setenta estavam trabalhando, deve ser lembrado que, via de…

  169. Parte 4Documento 168A Ressurreição de Lázaro

    Pouco passava do meio-dia quando Marta saiu ao encontro de Jesus quando ele assomou no cume da colina perto de Betânia.

  170. Parte 4Documento 169Último Ensinamento em Pela

    No final da noite de segunda-feira, 6 de março, Jesus e os dez apóstolos chegaram ao acampamento de Pela.

  171. Parte 4Documento 170O Reino do Céu

    Sábado à tarde, 11 de março, Jesus pregou o seu último sermão em Pela. Este foi um dos discursos notáveis da sua ministração pública, abrangendo uma discussão plena e completa do reino do céu.

  172. Parte 4Documento 171A Caminho de Jerusalém

    No dia após o memorável sermão sobre “O Reino do Céu”, Jesus anunciou que no dia seguinte ele e os apóstolos partiriam para a Páscoa em Jerusalém, visitando no caminho numerosas cidades no sul de Pereia.

  173. Parte 4Documento 172A Entrada em Jerusalém

    Jesus e os apóstolos chegaram a Betânia pouco depois das quatro horas da tarde de sexta-feira, 31 de março do ano 30 d.C. Lázaro, suas irmãs e seus amigos os esperavam;

  174. Parte 4Documento 173Segunda-feira em Jerusalém

    Cedo na manhã desta segunda-feira, por combinação prévia, Jesus e os apóstolos reuniram-se na casa de Simão, em Betânia, e depois de uma breve conferência partiram para Jerusalém.

  175. Cerca das sete horas da manhã desta terça-feira Jesus encontrou-se com os apóstolos, o corpo de mulheres e umas duas dúzias de outros discípulos proeminentes na casa de Simão.

  176. Parte 4Documento 175O Último Discurso no Templo

    Pouco depois das duas horas da tarde desta terça-feira, Jesus, acompanhado por onze apóstolos, José de Arimateia, os trinta gregos e alguns outros discípulos, chegou ao templo e começou a proferir seu…

  177. Nesta tarde de terça-feira, enquanto Jesus e os apóstolos saíam do templo a caminho do acampamento do Getsêmani, Mateus, chamando a atenção para a construção do templo, disse: “Mestre, observe que…

  178. Parte 4Documento 177Quarta-Feira, Dia de Descanso

    Quando o trabalho de ensinar o povo não os pressionava, era costume de Jesus e dos seus apóstolos descansar dos seus labores todas as quartas-feiras.

  179. Parte 4Documento 178O Último Dia no Acampamento

    Jesus planejou passar esta quinta-feira, o seu último dia livre na Terra, como um Filho divino encarnado, com os seus apóstolos e alguns discípulos leais e devotados.

  180. Parte 4Documento 179A Última Ceia

    Durante a tarde desta quinta-feira, quando Filipe lembrou ao Mestre sobre a aproximação da Páscoa e indagou sobre os planos dele para a sua celebração, ele tinha em mente a ceia da Páscoa que deveria…

  181. Parte 4Documento 180O Discurso de Despedida

    Depois de cantarem o Salmo na conclusão da Última Ceia, os apóstolos pensaram que Jesus pretendia retornar imediatamente ao acampamento, mas ele indicou que deveriam sentar-se. Disse o Mestre:

  182. Após a conclusão do discurso de despedida aos onze, Jesus confraternizou informalmente com eles e contou muitas experiências que lhes concerniam como grupo e como indivíduos.

  183. Parte 4Documento 182No Getsêmani

    Eram cerca de dez horas da noite desta quinta-feira quando Jesus conduziu os onze apóstolos desde a casa de Elias e Maria Marcos no seu caminho de volta ao acampamento do Getsêmani.

  184. Depois de ter finalmente acordado Pedro, Tiago e João, Jesus sugeriu que eles fossem para as suas tendas e procurassem dormir, preparando-se para os deveres do dia seguinte.

  185. Os representantes de Anás haviam instruído secretamente o capitão dos soldados romanos a levar Jesus imediatamente ao palácio de Anás depois de ter sido capturado.

  186. Parte 4Documento 185O Julgamento Perante Pilatos

    Pouco depois das seis horas da manhã desta sexta-feira, 7 de abril, 30 d.C., Jesus foi levado perante Pilatos, o procurador romano que governava a Judeia, Samaria e Idumeia sob a supervisão imediata do…

  187. Parte 4Documento 186Pouco Antes da Crucificação

    Quando Jesus e seus acusadores partiram para ver Herodes, o Mestre voltou-se para o apóstolo João e disse: “João, você não pode fazer mais nada por mim.

  188. Parte 4Documento 187A Crucificação

    Depois de os dois salteadores terem sido preparados, os soldados, sob a direção de um centurião, partiram para o local da crucificação.

  189. Parte 4Documento 188O Tempo na Tumba

    O dia e meio em que o corpo mortal de Jesus permaneceu na tumba de José, o período entre a sua morte na cruz e a sua ressurreição, é um capítulo da carreira terrena de Micael que é pouco conhecido por…

  190. Parte 4Documento 189A Ressurreição

    Logo depois do sepultamento de Jesus, na tarde de sexta-feira, o chefe dos arcanjos de Nébadon, então presente em Urântia, convocou o seu conselho da ressurreição das criaturas volitivas adormecidas e…

  191. O Jesus ressuscitado agora se prepara para passar um curto período em Urântia com o propósito de experienciar a carreira ascendente de um mortal dos reinos na morôncia.

  192. O domingo da Ressurreição foi um dia terrível na vida dos apóstolos; dez deles passaram a maior parte do dia no cenáculo atrás de portas gradeadas.

  193. Parte 4Documento 192Aparições na Galileia

    Quando os apóstolos partiram de Jerusalém para a Galileia, os líderes judeus já haviam se acalmado consideravelmente.

  194. Parte 4Documento 193Aparições Finais e Ascensão

    A décima sexta manifestação da morôncia de Jesus ocorreu na sexta-feira, 5 de maio, no pátio de Nicodemos, por volta das nove horas da noite.

  195. Por volta da uma hora, enquanto os cento e vinte crentes estavam empenhados na oração, todos se aperceberam de uma presença estranha na sala.

  196. Parte 4Documento 195Depois de Pentecostes

    Os resultados da pregação de Pedro no dia de Pentecostes foram tais que decidiram as diretrizes futuras e determinaram os planos da maioria dos apóstolos nos seus esforços para proclamar o evangelho do…

  197. Parte 4Documento 196A Fé de Jesus

    Jesus desfrutou de uma fé sublime e de todo o coração em Deus. Ele experienciou os altos e baixos comuns da existência mortal, mas nunca duvidou religiosamente da certeza do cuidado e do guiamento de…